Vamos dar continuidade a aula anterior. Precisamos entender com clareza o que o Não-movimento tem a nos dizer. Para isso, vamos trabalhar alguns exercícios que possibilitem o trabalho do Não-movimento. Espero todos na aula hoje. Eu disse, todos!
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
NÃO-MOVIMENTO CONTINUA NA AULA 9
O trabalho do Não-movimento não ficou bem claro para a turma. Iremos re-trabalhar os exercícios e focar mais na questão textual. A participação de todos é muito importante, até mesmo para tirar todas as dúvidas. A ação do Não-movimento na cena reforça e dá mais vida ao personagem.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
AULA 8 - NÃO-MOVIMENTO
Hoje vamos falar de um assunto interessante: o Não-movimento. O que é isso? Como este exercício foi planejado pela pesquisadora Viola Spolin? Por que o ator/atriz precisa aprender a usá-lo? Quais são os efeitos que ele produz? É possível ter silêncio numa tempestade?
Não-movimento é um estado de descanso silencioso (silêncio na tempestade) no qual ninguém precisa provar nada a ninguém. Os atores podem persistir no estado de Não-movimento durante alguns momentos, na preparação para a "cortina teatral" ou durante as caminhadas no espaço quando é dada a instrução: Não-movimento!. Não-movimento ajuda a clarear a mente (atitudes) e conversação interior.
O aquecimento com Não-movimento, segundo Viola Spolin, traz o reconhecimento que o movimento emerge do não-movimento; que cada Não-movimento ou Não-pensamento aparente é um passo completo, tão importante quanto o último ou o próximo.
A AULA SERÁ NO TEATRO.
A AULA SERÁ NO TEATRO.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
AVALIANDO A AULA 7
A turma 2012
Talvez alguns tenham se perguntado: Geografia no palco? Psicologia? Matemática? Pois, na concepção e criação da cena tem tudo isso. Às vezes, despercebido pela grande maioria. Outras, notada logo de início, logo que o ator entra em cena. É preciso conhecer o espaço, entender os obstáculos, saber caminhar e até mesmo se desviar dos elementos cênicos propostos pelo encenador.
No palco, há uma precisão matemática inimaginável pela plateia. Tudo é milimetricamente calculado. Agora, nem sempre tudo acontece como planejamos. Afinal, o ator não deve desenhar perfeitamente o traçado, deve re-inventá-lo a cada apresentação, desde que não saia do foco.
Itaciara, Carol, Ellen e Gabriel "ocupando o espaço"
Lenoly, Katiane, Wesley e Kalinsky
E a psicologia? Onde ela se encaixa? Nas relações entre as personagens, os atores ou com a ambientação cenográfica? Ou ainda com as cores e as marcações da luz? No final, todos realizaram um esquete, que serviu para mostrar o propósito da marcação, dentro da geografia analisada. Bem, é isso. Vamos para a aula 8. O tema será NÃO-MOVIMENTO. Ele servirá para clarear a mente e a ação interior.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
"A GEOGRAFIA DO PALCO", TEMA DA AULA 7
Não tem como pensar diferente: em
qualquer mapa um local é determinado pelo cruzamento das linhas de latitude e
longitude. Há um número infinito destas linhas, mas só as mais importantes é
que ficam marcadas. Linhas imaginárias com o mesmo fim, no Teatro, são chamadas
“coordenadas” ou “eixos”. Os eixos de um palco são perpendiculares um ao outro,
isto é, cruzam-se em ângulo reto. O eixo transversal atravessa o palco paralelo
à linha da ribalta e o eixo direto atravessa o palco do alto para baixo,
perpendicular à ribalta (veja a foto acima).
As coordenadas do palco são úteis
ao ator e ao diretor. A importância relativa de um personagem numa cena é em
parte relacionada com a distância a que ele fica da linha dos bastidores. “Quando
dois personagens têm a mesma importância, eles se colocam num mesmo eixo
transversal, mas se um deles é mais importante, a rotina é colocá-lo mais
“alto” do que o outro”, afirma Henning Nelms. Em ambos os casos o eixo
transverso é usado como referência. Até um ator novo compreender inteiramente o
problema dos eixos do palco o provável é que se engane muitas vezes a respeito
de sua posição. “Procure a luz! Procure a luz!” Gritava o saudoso Pedro Mattos
para os atores quando eles se deslocavam para as marcações erradas,
completamente desnorteados das coordenadas propostas. As tábuas do chão podem
ser transversas ou paralelas ao centro do palco, e o ator principiante pode
usá-las como ponto de referência até que se sinta inteiramente ambientado com
os eixos. As tábuas só são úteis durante os ensaios, pois durante o espetáculo
o ator não pode ficar dando olhadelas para o chão para ver onde está.
Assim como o mapa, o palco também tem coordenadas e eixos
O ângulo a que o ator se coloca em relação à plateia também tem
importância básica. Um ator que se coloca justamente sobre um eixo transverso
fica relacionado primodialmente com a peça, enquanto que outro, que se coloca
perfeitamente de frente ao longo de um eixo de profundidade, se relaciona
primordialmente com a plateia. Normalmente, é claro, o ator fica colocado a um
ângulo intermediário entre esses dois extremos, e os eixos são usados para
referência da medida desses ângulos.
Segunda-feira, dia 14 de maio, no Teatro Municipal de Ilhéus, trataremos deste assunto. Espero todos vocês lá.
terça-feira, 8 de maio de 2012
AVALIANDO A BLABLAÇÃO
A pregação
Vocês compreenderam bem o processo de Blablação. Só achei que alguns grupos deveriam ampliar o diálogo e estabelecer, de fato, um jogo entre vocês. Mas, o resultado foi bom.
Como vocês devem ter assistido ao vídeo do professor Lindomar, a blablação é muito importante, não só para fortalecer a encenação, como também para "liberar do ator da multiplicidade dos detalhes técnicos que envolvem os ensaios iniciais e para movê-lo e capacitá-lo a mover-se espontânea e naturalmente no seu papel."
Atendimento médico
Planejando um assalto
Um dia de praia
Na fila do banco
Além de que, esta técnica quebra a dependência das palavras para "expressar um significado." Quando os jogadores/atores conseguem dominar bem a técnica, se expressam e se comunicam com mais facilidade e o "diálogo" entre eles flui, fazendo com que a plateia entenda logo de imediato o que a cena propõe.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
AULA 6 - BLABLAÇÃO
Vamos Blá, Blá, Blá. A aula vai ser muito interessante porque iremos aprender a falar de outra maneira, de outra forma, experimentando possibilidades e cenas. Clique no vídeo acima sobre o tema, criado pelo professor Lindomar.
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